Um artigo publicado no site The Conversation parte de uma história pessoal para refletir sobre como foi possível que a Cooperativa de médicospassasse primeiro a um império e em seguida à ruína.
O grupo ficou tão grande que construiu seu próprio Hospital na Barra da Tijuca e chegou a comprar direitos de jogadores de futebol.
Até 2024, quando a maré virou e a Cooperativa foi afundando e levando até a Unimed Ferj, Federação estadual.
Reflexões dos autores
Acrise da Unimed no Rio expõe duas falhas estruturais da regulação da saúde suplementar no Brasil.
A primeira é a ausência de freios ao crescimento descontrolado das Cooperativas médicas, que se diversificam em negócios fora de sua atividade-fim e acumulam dívidas bilionárias.
Em segundo lugar, a fragmentação da responsabilidade jurídica entre centenas de Cooperativas autônomas, que deixa o consumidor sem saber a quem cobrar quando o atendimento é travado por hospitais vinculados a Cooperativas em colapso financeiro.
Fonte: https://outraspalavras.net/outrasaude/ 07.08