A nova estimativa foi apresentada por Bernardo Figueiredo, diretor executivo da TAV Brasil, e representa um atraso de cerca de um ano em relação ao cronograma inicial. As informações são do portal Poder360.
Segundo Figueiredo, o principal fator foi o atraso no licenciamento ambiental.
“O processo no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) levou mais tempo do que o previsto por causa do acúmulo de demandas relacionadas ao PAC (Programa de Aceleração de Investimentos)”.
A TAV Brasil tem autorização para planejar, construir e explorar a linha por 99 anos, com possibilidade de prorrogação por mais 99.
Investidores internacionais
Enquanto o licenciamento segue em análise no Ibama, a empresa busca recursos, principalmente na Europa e na China, onde já existe tecnologia consolidada para trens de alta velocidade.
Fonte: https://diariodorio.com/ por Quintino Gomes Freire / com https://www.poder360.com.br/ 05.02.2026