Uma reportagem do NY Times buscou dimensionar as complexidades do uso de Inteligência Artificial em serviços médicos, mas é necessário analisar seus prós e contras.
A matéria mostra como a IA melhora a precisão de análise de exames de imagens e pode ajudar a antecipar diagnósticos.
No entanto, seu uso excessivo, em especial por profissionais formados no contexto de sua assimilação definitiva, pode “atrofiar” habilidades e capacidade crítica dos profissionais.
Em linhas gerais, caberá a órgãos e profissionais da saúde uma crítica permanente sobre seu uso.
E a manutenção da exigência de habilidades próprias, uma vez que fatores diversos, desde limites técnicos até situações inesperadas, como um corte de energia, podem interferir na realidade.